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Curta gay "Eu e o Cara da Piscina" está disponível na internet

Por Redação em 06/06/2011 às 15h18

Curta gay "Eu e o Cara da Piscina" está disponível na internet

O curta-metragem gaúcho "Eu e o Cara da Piscina", lançado em 2010, chegou à internet. O filme está disponível no site Vimeo - para quem não conhece, é um primo mais elitizado do YouTube. Mas o filme também está no YouTube, para quem preferir assistir por lá.

No curta, um rapaz celebra sua paixão platônica por um rapaz que ele observa na piscina de um clube. A partir de seus desejos, acontecem delírios romântico-sexuais que podem - ou não - ser verdadeiros.

O filme, dirigido por William Mayer, ganhou o prêmio de Melhor Filme no 3º Festival Cine MuBE, e Mayer levou o prêmio de Melhor Diretor na Mostra Gaúcha do 38º Festival de Gramado (RS).

"Eu e o Cara da Piscina" faz parte do Projeto Jovens Contos, realizado por William Mayer em parceria com o SOMOS Ponto de Cultura LGBT. Confira o curta a seguir.

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Comentários








Mauser S.P.: Tentei ver com simpatia, confesso ter achado fraco! Comparado aos vídeos do chamado do suprimido "kit anti-homofobia", fica a desejar!

RUDY CASTRO: Eu acho que é muito valido qualquer coisa que expõe a relação de amor, seja ele hetero, homo, bi...É muito triste ler esse comentários negativos, pois mostra que essas pessoas, provavelmente, fazem parte de um grupo de pessoas que dizem acreditar no amor, mas na verdade eles acreditam em sexo. Parabéns a toda equipe...

marcelo gandhi: nao gostei ,essa cooisa de amor gay platonico acho anos 80 demais ,amor gay é possivel sim ,ou será que os gays querem viver uma eterna adolescencia em busca de um amor impossivel ,ainda revelando uma nao aceitaçao inconsciente dos seus afetos ....é pra pensar....

Rafael Lumis: Creio que é no falar (social) sobre a própria experiência vivida e suas relações com os afetos produzidos pelos materiais gerados por outros seres humanos - por mais simplórias que sejam as experiências e os materiais - que se pode desenvolver o requisito necessário de repassar ao outro as reações da emoção, procurando transportá-las junto com seu relato. Isso significa que tais falas, elas mesmas, procuram se dar como objetos estéticos. É claro que a vontade de produzi-las e o esforço de transcender o mero contar - pela busca de algum tipo de harmonia entre forma e conteúdo - tudo isso só se desenvolve socialmente e através de uma prática sempre sujeita ao risco e à probabilidade. A expressão da experiência, ao "transmiti-la", viabiliza uma aprendizagem em público do próprio sentir.

Marcelo Conti: Em tempo, o colega Vagno Fernandes tem total razão no que escreveu. O filme é um lixo não-reciclável. Eu tb acho o cúmulo, o fim da picada qdo alguém nos coloca na mídia apenas e simplesmente como meras caricaturas. Será que esse pessoal é tão ignorante que não consegue enxergar além e perceber que dentro da tão falada diversidade tem um monte de homens gays masculinos, com traços masculinos, atitudes masculinas e também resolvidos e assumidos? Inacreditável que o dinheiro público,isto é, meu dinheiro também, seja usado pra financiar gente sem talento e inteligência.

Marcelo Conti: QUE MERDA DE FILME..... é a eterna caricatura...o roteiro é um lixo amador e as atuações são sofríveis. E tanta obra de gente realmente talentosa não consegue patrocínio.

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