Jacira Pierrot:
Gente, eu sou nova no pedaço, choquei com essa linda emanuély, que figura.
marcio:
Claro q a porcentagem gay é menor primeiro: pq nao temos direito a casamento civil nem modelo de casamento, segundo: gays nao sao submissos nem acamodados como algumas mulheres (heteros) gays nao aceitam traição,terceiro: gays escolhem demais e muitos fantasiam com heteros e por isso nao casam .
Linda Emanuély:
Esse Mateus e sem mais quem esta afirmando que a maioria dos gays são classe B? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Vou levar essa gente as periferias e verão um bando de homi - sexual, como eles são chamados entre os analfabetos, dando pinta por lá. Tem cada bicha requenguela, feia, maltrapilha, bagaceira num grau tão inimaginável que agente só crê porque ta vendo ao vivo e a cores em pessoa. Mas pasmem, elas passam bem viu, porque atendem macho de verdade, e não um bando de barbies que são fortonas e quando abrem a boca cai um boquê de flores. Pegam pedreiros, borracheiros, usineiros, e tudo que termina com eiro, mas tem rola e fode bem. GAY EMANUÉLY - SEMPRE GAY EMANUÉLY!
Mateus:
Maioria dos homossexuais é classe B? Sem ironia, eu acho inspirador.
É o poder do 'pink money' que influenciará o mercado publicitário nos próximos anos. Só assim para quem sabe o pessoal do programa CQC, por exemplo, deixar de fazer piadas homofóbicas. Afinal de contas os anunciantes dos programas de humor vão querer uma parcela do dinheiro que os homossexuais têm.
fABICO:
Vejo que estamos saindo de nossa "adolescência" enquanto grupo, e estamos adentrando a maturidade social. Não estamos só preocupados com estereótipos e etc. Estamos nos questionando se, após termos conquistado o direito da visibilidade, como construiremos, a partir de agora, relacionamentos com as outras pessoas, outros homens. Adentramos a fase da coletividade. Acredito ser essa a nova crise gay, o novo paradigma. Estamos nos questionando sobre, após termos nos tornado oficialmente gays, o que é que nos aguarda afinal.
fABICO:
Acho essa discussão muito saudável e oportuna. Independente do que consideramos como sendo "casamento", percebo uma evolução dos gays quanto à construção dos próprios relacionamentos. Apesar de vivermos em uma época turbulenta, em se tratando de direitos civis, estamos começando a perceber que temos que pensar adiante, ir além de questões a respeito de se temos ou não direito de transar com quem quisermos, se vamos ou não assumir nossa homossexualidade publicamente... (continua)