Arnold Filho:
Vejo com muito otimismo a declaração do presidente Obama em favor do casamento gay. Espero que ele seja eleito e que não poupe esforços para que o casamento entre pessoas do mesmo sexo seja aprovado em todos os estados americanos. E que outros países, a começar pelo Brasil, sigam o exemplo. Espero ainda que a homofobia seja criminalizada em nosso país. Entendo o apoio à causa gay, dado pelo presidente americano, como um sinal positivo para que as mentes se abram no entendimento de que a homossexualidade é tão normal quanto a heterossexualidade. Isso em todo o mundo, mas principalmente no Brasil.
Raul:
Fiquei mais feliz quando esta revista publicou em outro artigo dizendo que Obana aprovou lei anti-homofobia nos EUA.Será que procede, alguem poderia me confirmar.
Achei legal a ordem das coisas nos EUA:
-1º Lei anti-homofobia:
-2º Casamento gay.
Aqui, segundo converso com muitos gays, dizem que não sofrem homofobia, mas querem aranjar um princepe encantado.Subentende-se :
-Não faz mal levar porrada todo dia, o que importa é ter um amor.kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Jorge Ricardo Arantes Borges :
E assim caminha a humanidade. Chegaremos a um nivel de compreensão e aprerfeiçoamento da sociedade, em que as pessoas não precisarão de lideres mundiais para expor aquilo que é direito de todos. O Direito a existencia é incondicional aos seus credos, identidades sexuais, etnias e condições socio-economicas.
Paulo Reis:
Queria ver o presidente dos Estados Unidos se declarar a favor de pois de eleito e usar sua gestão para aprovar leis de beneficem esta significartiva parcela da população. Ele e dilma deveriam se espelhar em Cristina Kirchiner da Argentina!
Bismarck:
Obama é o cara.
Alan Pires Ferreira:
A revista obviamente está estendendo o significado da palavra "gay" a toda pessoa inclusiva, aberta à diversidade e multi-culturalismo. Não há problema algum na reciclagem: essa palavra vem do francês "guéi" (bêbada) e era usada originalmente para designar a mulher ligeiramente alcoolizada (e supostamente mais receptiva a avanços sexuais), depois virou sinônimo de alegre, até finalmente ser apropriada pela comunidade homossexual nas décadas de 1950 e 1960.