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Ministério da Saúde confirma que gays não podem doar sangue

Por Redação em 22/09/2008 às 14h03

Ministério da Saúde confirma que gays não podem doar sangue

Em nota técnica na enviada na última sexta-feira, (19/09) o Ministério da Saúde confirmou que gays e homens que fazem sexo com outros homens (HSH) não podem ser doares de sangue. Segundo os representantes do Ministério, os grupos "mantêm conduta de risco de infecção de doenças como Hepatite B, C e AIDS".

A nota intitulada "Situação de risco acrescido para doação de sangue" é baseada em algumas pesquisas recentes e outras nem tanto, relacionadas à Aids. De acordo com os dados, no Brasil a Epidemia de Aids é menor que 1% na população em geral, e maior que 5% em gays e HSH.

Além disso, estudos nos EUA e na Inglaterra também apontam diferenças significantes no número de casos de Aids entre gays e entre heterossexuais. O mesmo é dito sobre a hepatite C, em uma pesquisa de 1991, "HSH pode ser considerado de risco acrescido para infecção pelo vírus da hepatite C (VHC), apesar da via sexual não ser uma via efetiva de transmissão do vírus".

O Ministério da Saúde chega a conclusão de que estão inaptos para doação de sangue: homens e ou mulheres que tenham feito sexo em troca de dinheiro ou de drogas, e os parceiros sexuais destas pessoas; pessoas que tenham feito sexo com um ou mais parceiros ocasionais ou desconhecidos, sem uso do preservativo; pessoas que foram vitimas de estupro; homens que tiveram relações sexuais com outros homens e ou as parceiras sexuais destes; homens ou mulheres que tenham tido relação sexual com pessoa com exame reagente para anti-HIV, portador de hepatite B; pessoas que estiveram detidas por mais de 24h; pessoas que tenham colocado piercing ou feito tatuagem em lugares que não apresentavam condições de segurança; pessoas que tenham apresentado exposição a sangue ou outro material de risco biológico; pessoas que sejam parceiros sexuais de hemodialisados e de pacientes com historia de transfusão sanguínea; pessoas que tiveram acidente com material biológico.

Antes de encerrar o comunicado, a entidade pede desculpas pela restrição de doadores. "O objetivo não é a exclusão do grupo de gays e HSH desta generosa prática; nem tampouco apoiar atitudes de constrangimentos e de discriminação desta natureza nos serviços de hemoterapia".

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Comentários








Wanda O´kull: Quem escreveu isso, com certeza é evangélico, pois não cita a fonte dos "estudos" que confirmam que gays têm mais AIDS que os heteros. Essa determinação do ministério da saúde é verdadeira, ela existe. Mas, é tendenciosa e preconceituosa. Além disso, é iconsistente com o que dia a Organização Mundial de Saúde. Se todo sangue doado, passa por análise, não interessaria a sexualidade do doador. O que esse tipo de determinação deixa medo é que provavelmente, o sangue doado por heterossexuais não passa por exames, o que pode vir a estar contaminando os receptores desse sangue. Curiosamente, segundo a Organização Mundial de Saúde, o grupo em que aumenta cada vez mais os casos de AIDS é entre mulheres, heterossexual, em relacionamento estável.....

sergio: Bando de chorão que clamam preconceito sem entender porra nenhuma... O problema não é ser gay. O problema é o "comportamento de risco" que eles estão mantendo (muitos parceiros, sexo sem preservativos, sexo anal). Um gay que nao tenha vida sexual nao seria rejeitado na entrevista, pois ele passou pelos critérios. A entrevista é feita em cima desses pontos. A taxa de aids é desproporcionalmente alta entre os gays. Eles tem 20 vezes mais chances de contrair aids e tres vezes mais chances de adiar exames de aids, o que poderia evitar que eles descobrissem a doença em um ponto mais avançado e fizessem que eles adotassem um comportamento sexual mais seguro ( menos parceiros, camisinha). Prostitutas e pessoas hetero promiscuas tambem nao podem doar sangue. Isso é verificado na entrevista antes da doaçao. A coleta tem um custo operacional, e tem uma limitação de pessoal e equipamento para fazê-lo e a urgência é grande. Não faz sentido realizar todo o procedimento se depois o sangue va

Alan Matins: Obviamente é preconceito. Um hétero, por exemplo, não tem como saber se seu parceiro transa sem preservativos com outros todos os dias sem ele saber. No Brasil há uma série de mulheres violentadas todos os dias, logo, MULHER não pode doar sangue devido ao risco (estou usando a lógica que determina se Gay, de forma generalizada, deve ou não doar sangue, estatisticas). Ciência não pode se basear em crenças, achismos, moralismo, etc.

Cintaca Forver: Isso não é desculpa. Mesmo esses 1% de héteros, quando vão doar sangue, têm o seu sangue testado para essas doenças. Por que eles simplesmente não fazem isso com os gays também? Isso é preconceito, sim.

Enéias: A norma não é preconceituosa, mas é sábia. Concordo com o comentário Otenes Rossi. Basta ouvir as conversas. Quando você vive dentro de um círculo de segurança, não quer ser infectado por quem não observa limites. É simples: Gay doa sangue pra Gay e ponto!

Gustavo: querendo ou não é sim uma forma de preconceito tanta pessoas precisando de doações e eles nessa burocracia ninguém ver pessoas pela a aparência não isso é até falta de etica, mais na boa é humilhante você chegar la na boa vontade querendo ajudar e a pessoa te falar não pode pois sua orientação sexual não permite

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