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      Funcionário público demitido por ser gay volta ao trabalho  
    Por Redação 11/7/2008 - 13:20


 

O servidor municipal Carlos Alberto Onório que foi demitido há sete anos com apenas uma sindicância e sem direito a defesa, será reintegrado hoje (11/07) ao seu cargo de assistente administrativo, na Prefeitura de Municipal de Colombo, região metropolitana de Curitiba.

A sentença a favor do funcionário público partiu da juíza Letícia Zétola Portel, da Vara Cível de Colombo. A decisão prevê o pagamento de todos os salários e demais vantagens não recebidos desde a sua demissão (06/02/2001), além de indenização por danos morais.

Carlos Onório, que é gay, foi demitido em 2001 pela então prefeita Beti Pavin. Na ocasião a comissão que cuidava do processo alegou que, por Carlos ser homossexual, não poderia, por exemplo, trabalhar no programa DST/AIDS.




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Comentários
Pois é galera ele foi demitido por uma prefeita, essa mulher não mereci voto dos GLBTT na próxima candidatura. Gravem e nome dos homofobicos e digam não aos homofobicos no poder. - Rafa.Gay - 23/7/2008 10:58:11
RESPEITO X PRECONCEITO Enquanto existir pessoas preconceituosas com essa atitude, nós nos tornamos mais fortes e criamos mais coragem para lutar e defender nossos direitos...enquanto existir pessoas como CARLOS (corajosas) o respeito ira vencer o preconceito. - Fabio jr. - 15/7/2008 09:08:16
E quem vai fazer a restituiçao, pagar a indenizaçao? A tal prefeita? Com dinheiro seu ou do Estado? Pois, se for com o dinheiro do Estado, a coisa estah pior do que parece! - anderson - 12/7/2008 14:35:41
Isso só confirma que a Justiça brasileira está começando a despreconceituar as suas decisões, excluíndo o preconceito e ainda, igualando os supostos desiguais. Ou transformando os desiguais em iguais, ou colocando os iguais em uma berlinda, transformando-os nos centenários desiguais!!! - Eder Carlos Ferreira - 12/7/2008 13:53:05
Precisamos sempre lutar por nossos direitos, como este, tem muitos outros absurdos sendo cometidos por aí. - joão paulo - 11/7/2008 19:25:08
Tô passado com o motivo da demissão... Parabéns Carlos agora pega essa grana e faz uma festa gls e convida a Beti, rsrsrs - Denzinho - 11/7/2008 18:39:12
Caro Luis Gustavo Sobre a tua dúvida, se houve ou não pedido de liminar? Houve sim. Mas como o cliente nos contratou na véspera da prescrição do caso (quase cinco anos depois). Ele teve dificuldades para encontrar alguém para defender os seus direitos. Assim, a Justiça não concedeu a antecipação de tutela: nem em decisão liminar, nem na sentença. No entanto, as medidas judiciais cabíveis foram tomadas. Felizmente, ele foi reintegrado hoje. João Natal Wolff Bertotti, advogado. - João Natal W Bertotti - 11/7/2008 17:50:05
Parabéns à juíza e ao Carlos. Principalmente a ele por lutar por seus direitos. Muitas felicidades a vc, colega. - Luciano Wolff - 11/7/2008 17:42:20
Eu só não entendo porque se passaram 7 anos até o reconhecimento de um direito básico. Não houve pedido de liminar para reintegração no cargo? Qualquer pessoa que se vir prejudicada em face de sua orientação sexual deve procurar a Justiça e fazer valer seus direitos de imediato. Há recursos jurídicos para isso. - Luis Gustavo Mendonça - 11/7/2008 14:29:10
 
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